Adriana Gancz


Comunicar o que é intrínseco e o que é fundamental.
Transmitir verdades e momentos. Sensações e impressões.
A imagem que é essencial.


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Mudar exige esforço. Isso é um fato. Melhorar é um processo, às vezes lento, às vezes doloroso. Mas necessário. Buscar novas possibilidades é um chamado à ação. Sair da zona de conforto é uma condição para ir além.

Isso se aplica perfeitamente bem também quando estamos dispostas a mudar nossa própria imagem. De Gata Borralheira à Princesa em um toque de varinha, somente na ficção. Nós, mulheres reais, não sabemos palavras mágicas, nem fomos agraciadas com madrinhas mágicas. Por isso, ao decidirmos que é hora de melhorar a forma como os outros nos percebem (e como nós mesmas nos percebemos), temos que deixar para trás velhos hábitos e esforçar para que novas práticas sejam inseridas em nosso dia a dia. Em um momento, e com persistência, essas práticas logo se tornam novos hábitos. Passam a ser tão naturais como escovar os dentes.

Verdade seja dita, o difícil é começar! Então, uma dica: não exija de si mesma uma transformação a la Cinderela. Acredite: dificilmente funciona. Vá com calma. Metamorfoseie-se. Curta o processo.

E principalmente, não se atreva a tentar ser ou parecer alguém. Não altere sua essência, pois é ela que te faz única e especial. E nisso está a verdadeira beleza.

Chegado o fim do ano, muitos de nós refletimos sobre o que passou e sobre o que queremos (ou devemos) fazer no próximo ano.

2015. Um ano cachorro, como bem disse Ricardo Boechat. Muito tumulto político, econômico, religioso, social, ético. Crise humana! Ouvi (e li) muito por aí “mais amor, por favor”. Mas pra mim o que deveria valer como máxima para o próximo ano (e para o resto também) é “mais tolerância, pelo amor de Deus!”.

Devemos todos compreender que o pensamento, a vontade, a ideologia, a cor e a dor do outro não é a nossa. E nem por isso, menor (ou maior). Cada um reconhece a sua própria verdade. Como seria descomplicado viver, e conviver, sem que crenças se tornassem inverdades ou absurdos aos olhos dos que pensam de forma diferente.

Não é preciso amar todo mundo. É preciso, sim, entender o outro. Ter empatia. Brancos, negros ou pardos; católicos, muçulmanos ou agnósticos; hetero, homo ou transgêneros. Somos todos humanos, com as virtudes e defeitos característicos da nossa espécie. Então, para 2016, “mais respeito, por favor”. Não rimou, não tem problema. Faz mais sentido.

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